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Jaspe Vermelho natural, peça de 3,7kg, a pedra nobre
Medidas aproximadas: 22x9x10cm
Peso aproximado: 3,7kg
O Jaspe Vermelho é apreciado desde a Antiguidade pela sua cor intensa, símbolo de força e vitalidade. No Egito, era utilizado em amuletos e selos gravados. Durante a Idade Média, foi talhado em copas e objetos litúrgicos, sendo considerado uma pedra nobre pela sua beleza duradoura.
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O Jaspe Vermelho ao longo do tempo
O Jaspe Vermelho é uma pedra muito valorizada desde a Antiguidade pela intensidade da sua cor, associada à vitalidade e à força. No Egito, era utilizado em amuletos e ornamentos funerários, pois relacionava-se com a proteção na viagem para o além. A sua tonalidade ardente evocava o sangue e o poder da vida, o que o tornou um mineral carregado de simbolismo. Os artesãos talhavam-no em contas e figurinhas que acompanhavam reis e nobres nos seus rituais.
Na Grécia clássica, o jaspe vermelho era utilizado em anéis de selo e pequenas esculturas. Os gravadores apreciavam-no pela sua dureza relativa, que permitia gravar formas nítidas e duráveis. Também era utilizado em camafeus, onde o contraste de tons conferia uma grande expressividade às imagens representadas. A sua presença em peças quotidianas e cerimoniais tornou-o um mineral próximo e, ao mesmo tempo, distinto.
Durante a Idade Média, na Europa, considerava-se que o jaspe vermelho tinha uma ligação especial com a coragem e a firmeza. Cavaleiros e guerreiros transportavam peças talhadas neste material, usando-as como amuletos antes das batalhas. Também era empregue em objetos litúrgicos e decorativos em igrejas, onde a sua cor vibrante simbolizava o sacrifício e a força espiritual. Não era raro encontrar cruzes e cálices com incrustações de jaspe vermelho.
Nos séculos XVII e XVIII, o jaspe vermelho alcançou popularidade nas cortes europeias como material de luxo. Na Rússia, por exemplo, foi utilizado em grandes colunas e objetos decorativos para palácios, mostrando a riqueza e o poder da nobreza. A sua capacidade de ser polido com um brilho intenso tornou-o protagonista de móveis, caixas ornamentais e pequenas esculturas. Os colecionadores incorporavam-nos nos seus gabinetes de minerais como uma mostra de exotismo e distinção.
Presença em joias e tradições
- Na Mesopotâmia, era usado em cilindros-selo gravados com inscrições e cenas mitológicas.
- Na Idade Média, era incorporado em relicários e joias religiosas pelo seu simbolismo de sacrifício.
- No Renascimento, fazia parte de incrustações em móveis e obras de arte.
- Na joalharia contemporânea, combina-se com metais preciosos para criar peças de design marcante.
O Jaspe Vermelho também esteve presente em museus e coleções privadas, onde são apreciados os seus grandes blocos polidos e as esculturas talhadas com mestria. A sua cor intensa, entre o escarlate e o granada, torna-o num mineral que atrai olhares e desperta interesse em qualquer contexto.
Ao longo dos séculos, o Jaspe Vermelho manteve um lugar especial no mundo dos minerais ornamentais. Desde os antigos faraós até aos designers atuais, tem sido um material carregado de simbolismo e valor estético. A sua durabilidade, intensidade cromática e versatilidade artística consolidam-no como uma gema atemporal que continua a fascinar diferentes culturas.
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