O epídoto foi descoberto pela primeira vez em 1782 em Le Bourg-d'Oisans, no departamento francês de Isère. No entanto, os espécimes encontrados até então eram considerados um tipo de tarambola ou actinolita. O mineralogista francês René Just Haüy classificou-a como uma espécie independente, dando-lhe o nome de epidote, do grego epidosis "adição, aumento ou alargamento", aludindo à forma cristalina característica em que um dos lados é mais longo que o outro no fundo do prisma. O sinônimo pistacite, agora obsoleto, tem sido usado com alguma frequência.